O denominado ministério de louvor, em muitas igrejas, tem contribuído de forma significativa com a propagação de conceitos distorcidos e até mesmo em alguns casos, com heresias das mais estapafúrdias possíveis. Isto posto, visando ajudar pastores, líderes e músicos cristãos a desenvolverem um ministério de louvor que glorifique a Deus, resolvi elencar sete características de um ministério de louvor equivocado.

São elas:

1) Fundamentar suas canções em sentimentos e não na inerrante Palavra de Deus.

2) Cantar aquilo que o povo quer ouvir, e não necessariamente aquilo que precisa ouvir. Em outras palavras isso significa “bajular a alma” em detrimento às verdades contidas nas Escrituras.

3) Entoar canções extremamente antropocêntricas, cujo objetivo final é a satisfação do “freguês” e não a glória de Deus.

4) Deixar de cantar as “Escrituras” preferindo entoar louvores a “si mesmo”. Os que agem assim, valorizam o homem, engrandecendo-o, colocando-o no centro, a mercê de um deus galardoador cuja existência se deve exclusivamente para abençoar a criatura.

5) Entoar canções cujo fundamento encontra-se na psicologia, psicanálise e “autoajuda”.

6) Transformar o momento de louvor com música num grande show de entretenimento e satisfação pessoal.

7) Fazer com que o povo de Deus acredite que o momento de louvor com música pode substituir a pregação e exposição das Escrituras, tirando do centro do culto a proclamação do evangelho, bem como a pregação das verdades inquestionáveis da Bíblia.

Pense nisso!

Por: Renato Vargens. Copyright © 2016 blog Renato Vargens. Original: 7 características de um ministério de louvor equivocado

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