O grande e notável pastor A. W. Tozer afirmou que a igreja que não sabe adorar precisa ser entretida, e ele está certo.

Em tempos como o nosso onde o entretenimento se faz presente em praticamente quase todas as igrejas, a afirmação de Tozer se adequa perfeitamente. O interessante é que boa parte das comunidades evangélicas que defendem uma plena adoração, vivenciam em seus momentos de louvor com música, extravagâncias inomináveis onde o entretenimento e o lazer ser fazem presentes. Nessa perspectiva a  igreja “sai do chão” mediante gritos histéricos, ruge como leão, cai no poder, sapateia no re-te-té, além é claro de promover esquicitices que nos fazem ruborizar de vergonha.

Caro leitor, a grande incoerência dos que se dizem “portadores” da adoração é que não adoram, isto porque, a verdadeira adoração tem por característica a ausência de argumentos que fazem com que o homem esteja no centro de todas as coisas.

A grande questão é que quando o homem ocupa o centro do culto, da música e da teologia, o louvor torna-se antropocêntrico proporcionando assim o afloramento da indústria do entretenimento.

Isto posto concluo esta breve reflexão afirmando que uma igreja que adora, tem Cristo no centro de seu culto o que se contrapõe a adoração humanista onde o que importa é a satisfação do freguês.

Pense nisso!

Por: Renato Vargens. Copyright © 2014 blog Renato Vargens. Original: O que acontece a uma igreja que não consegue adorar?

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